Bem vindos!

Bem vindos ao blog do Francisco Hélio de Sousa.
Autor de artigos científicos e contos infantis.

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Gosto muito de escrever, estou sempre escrevendo algo, então já fui da racionalidade dos artigos científicos ao mundo imaginário dos contos infantis. Veja mais no site: www.fhelios.com.br

terça-feira, 9 de abril de 2013

Olá caro visitante,
Desculpe pelo atraso nas atualizações deste blogg, tenho andado muito ocupado, em breve retomarei as atualizações. No entanto, caso tenha interesse em saber mais sobre mim e as publicações de artigos e de contos infantis, por favor visite meu site: www.fhelios.com.br Um abraço.
Att.
Francisco Hélio de Sousa
www.fhelios.com.br

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Servidor do CJF lança livro infantil

O servidor do CJF Francisco Hélio há dois anos
escreve contos infantis. Começou como hobby e hoje
já tem o prazer de ter um de seus livros publicados. É
o conto infantil “A dona barata (diz que) foi à guerra”.
Lançado em Recife (PE) em 2011, o livro obteve
menção honrosa no I Concurso Cepe de Literatura
Infantil e Juvenil, promovido pela Companhia Editora
de Pernambuco (Cepe), concorrendo com 435 obras
de todo o país.
Para o


O servidor do CJF Francisco Hélio há dois anos
escreve contos infantis. Começou como hobby e hoje
já tem o prazer de ter um de seus livros publicados. É
o conto infantil “A dona barata (diz que) foi à guerra”.
Lançado em Recife (PE) em 2011, o livro obteve
menção honrosa no I Concurso Cepe de Literatura
Infantil e Juvenil, promovido pela Companhia Editora
de Pernambuco (Cepe), concorrendo com 435 obras
de todo o país.
Para o escritor, a paternidade despertou seu encanto
pelo universo infantil. “Minha filha tem sido a principal
fonte inspiradora, mas também preferi redigir livros
infantis por que são mais prazerosos para se escrever,
já que, em tese, não apresentam grandes limitações à
imaginação”. Ele acredita que tudo é possível desde
que escritos em linguagem apropriada e respeitando
o universo de percepção das crianças (nada de
violência, mortes, acidentes, insultos ou conselhos que
influenciem negativamente a sua formação cognitiva).
“Respeitadas essas limitações, o autor é livre para criar”,
esclarece.
O propósito do livro “A dona barata (diz que) foi à
guerra” é fugir um pouco dos textos clássicos infantis,
daquelas histórias de “Era uma vez...”, de algo antigo,
distante do leitor. Por ser escrito em primeira pessoa,
o texto busca fazer com que a criança que lê sinta-se
dentro da história, vivenciando acontecimentos do seu
cotidiano. É algo mais próximo da sua realidade, que
lhe sirva de experiência de vida (como, por exemplo,
ter que encarar uma barata).
Mesmo tendo as crianças como seus principal
público, Hélio também escreveu artigos científicos,
como “A necessidade de mudanças na lei orçamentária e
o orçamento impositivo”, Os efeitos da (des) vinculação
dos recursos da União e a flexibilidade orçamentária”, e
“O caráter impositivo da lei orçamentária anual e seus
efeitos no sistema de planejamento orçamentário”.
Quem tiver interesse poderá adquirir o livro por
R$15,00 na loja virtual do site da editora – Companhia
Editora de Pernambuco (Cepe) – http://www.cepe.com.br/.
Fonte: CJF (mural do Conselho - 07 a 11/nov/2011).

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Cepe revela novos escritores

Cepe revela novos escritores Imprimir E-mail

Após uma seleção entre 435 trabalhos inscritos, a Cepe Editora divulgou o resultado do seu I Concurso Nacional de Literatura Infantil e Juvenil: os pernambucanos Lucas Mariz e Manoel Constantino foram escolhidos para contemplar os primeiros lugares de duas categorias: a Infantil, com O conto do garoto que não é especial, e a Juvenil, com o Anjo de rua, respectivamente. Ambos receberão prêmios de R$ 8 mil.

Um dos vencedores, Lucas Mariz, comenta sobre seu livro, que é uma crítica à imagem de "vencedor", de exclusivo, que muitos enredos infantis gostam de usar para dar a moral da história. "É uma história infantil, só que diferente das outras histórias... Personagens como Harry Potter, Kung Fu Panda e muitos outros passam a impressão de que um dia 'chegará a sua hora', a vez de se mostrar especial, irreverente. Só que em O conto(...) o garoto realmente não é especial, ele é apenas uma pessoa normal vivendo num mundo que, aí sim, é especial, cheio de descobertas", critica o jovem escritor.    

Além da participação pernambucana, São Paulo, Brasília e Santa Catarina foram outros estados que tiveram representatividade na seleção. Para os segundo e terceiro lugares de cada categoria, os prêmios são de R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente. Confira a lista dos selecionados:

Categoria Infantil
1° - O conto do garoto que não é especial, de Lucas Mariz (PE)
2° - O coelho sem cartola, de na Cristina Silva Abreu (SP)
3° - Bia Baobá, de Itamar Morgado da Silva (PE)

Menções honrosas
-O mundo de uma menina de sonhos, de Renata Wirthmann Gonçalves Ferreira (GO)
-A dona Barata (diz que) foi à guerra, de Francisco Hélio de Souza (DF)


Categoria Juvenil
1° - Anjo de rua, de Manoel Constantino (PE)
2° - A cor da palavra, de Urian Agria de Souza (PE)
3° - Chuvisco, de Felipe Arruda de Toledo Pereira (SP)

Menções honrosas
-Em Memória, de Junior Camilo de Souza (PB)
-Histórias do encantarerê, de Rejane Maria dos Guimarães Paschoal (PE)
-Nasci para ser Madonna, de Gisele Werneck (SP)
-Roda Moinho, de Eloí Elisabete Bocheco (SC)

A comissão julgadora, composta por Aldo José Rodrigues de Lima, do Departamento de Letras da UFPE; Wanda Cardoso, mestre em Linguística e representante da Secretaria de Educação do Estado; Heloisa Arcoverde de Morais, gestora da Fundação de Cultura da Cidade do Recife; e os escritores Ronaldo Correia de Brito e Fernando Monteiro, foi unânime em parabenizar a Cepe Editora pela iniciativa, que assume um papel importante ao se apresentar como o único prêmio literário do Estado na atualidade. 

Para a presidente da Cepe, Leda Alves, o concurso estimula o surgimento de escritores e a formação de novos leitores, enquadrando-se na missão da editora, e poderá entrar no calendário anual da entidade.
Cepe revela novos escritores Imprimir E-mail

Após uma seleção entre 435 trabalhos inscritos, a Cepe Editora divulgou o resultado do seu I Concurso Nacional de Literatura Infantil e Juvenil: os pernambucanos Lucas Mariz e Manoel Constantino foram escolhidos para contemplar os primeiros lugares de duas categorias: a Infantil, com O conto do garoto que não é especial, e a Juvenil, com o Anjo de rua, respectivamente. Ambos receberão prêmios de R$ 8 mil.

Um dos vencedores, Lucas Mariz, comenta sobre seu livro, que é uma crítica à imagem de "vencedor", de exclusivo, que muitos enredos infantis gostam de usar para dar a moral da história. "É uma história infantil, só que diferente das outras histórias... Personagens como Harry Potter, Kung Fu Panda e muitos outros passam a impressão de que um dia 'chegará a sua hora', a vez de se mostrar especial, irreverente. Só que em O conto(...) o garoto realmente não é especial, ele é apenas uma pessoa normal vivendo num mundo que, aí sim, é especial, cheio de descobertas", critica o jovem escritor.    

Além da participação pernambucana, São Paulo, Brasília e Santa Catarina foram outros estados que tiveram representatividade na seleção. Para os segundo e terceiro lugares de cada categoria, os prêmios são de R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente. Confira a lista dos selecionados:

Categoria Infantil
1° - O conto do garoto que não é especial, de Lucas Mariz (PE)
2° - O coelho sem cartola, de na Cristina Silva Abreu (SP)
3° - Bia Baobá, de Itamar Morgado da Silva (PE)

Menções honrosas
-O mundo de uma menina de sonhos, de Renata Wirthmann Gonçalves Ferreira (GO)
-A dona Barata (diz que) foi à guerra, de Francisco Hélio de Souza (DF)


Categoria Juvenil
1° - Anjo de rua, de Manoel Constantino (PE)
2° - A cor da palavra, de Urian Agria de Souza (PE)
3° - Chuvisco, de Felipe Arruda de Toledo Pereira (SP)

Menções honrosas
-Em Memória, de Junior Camilo de Souza (PB)
-Histórias do encantarerê, de Rejane Maria dos Guimarães Paschoal (PE)
-Nasci para ser Madonna, de Gisele Werneck (SP)
-Roda Moinho, de Eloí Elisabete Bocheco (SC)

A comissão julgadora, composta por Aldo José Rodrigues de Lima, do Departamento de Letras da UFPE; Wanda Cardoso, mestre em Linguística e representante da Secretaria de Educação do Estado; Heloisa Arcoverde de Morais, gestora da Fundação de Cultura da Cidade do Recife; e os escritores Ronaldo Correia de Brito e Fernando Monteiro, foi unânime em parabenizar a Cepe Editora pela iniciativa, que assume um papel importante ao se apresentar como o único prêmio literário do Estado na atualidade. 

Para a presidente da Cepe, Leda Alves, o concurso estimula o surgimento de escritores e a formação de novos leitores, enquadrando-se na missão da editora, e poderá entrar no calendário anual da entidade.
Cepe revela novos escritores Imprimir E-mail

Após uma seleção entre 435 trabalhos inscritos, a Cepe Editora divulgou o resultado do seu I Concurso Nacional de Literatura Infantil e Juvenil: os pernambucanos Lucas Mariz e Manoel Constantino foram escolhidos para contemplar os primeiros lugares de duas categorias: a Infantil, com O conto do garoto que não é especial, e a Juvenil, com o Anjo de rua, respectivamente. Ambos receberão prêmios de R$ 8 mil.

Um dos vencedores, Lucas Mariz, comenta sobre seu livro, que é uma crítica à imagem de "vencedor", de exclusivo, que muitos enredos infantis gostam de usar para dar a moral da história. "É uma história infantil, só que diferente das outras histórias... Personagens como Harry Potter, Kung Fu Panda e muitos outros passam a impressão de que um dia 'chegará a sua hora', a vez de se mostrar especial, irreverente. Só que em O conto(...) o garoto realmente não é especial, ele é apenas uma pessoa normal vivendo num mundo que, aí sim, é especial, cheio de descobertas", critica o jovem escritor.    

Além da participação pernambucana, São Paulo, Brasília e Santa Catarina foram outros estados que tiveram representatividade na seleção. Para os segundo e terceiro lugares de cada categoria, os prêmios são de R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente. Confira a lista dos selecionados:

Categoria Infantil
1° - O conto do garoto que não é especial, de Lucas Mariz (PE)
2° - O coelho sem cartola, de na Cristina Silva Abreu (SP)
3° - Bia Baobá, de Itamar Morgado da Silva (PE)

Menções honrosas
-O mundo de uma menina de sonhos, de Renata Wirthmann Gonçalves Ferreira (GO)
-A dona Barata (diz que) foi à guerra, de Francisco Hélio de Souza (DF)


Categoria Juvenil
1° - Anjo de rua, de Manoel Constantino (PE)
2° - A cor da palavra, de Urian Agria de Souza (PE)
3° - Chuvisco, de Felipe Arruda de Toledo Pereira (SP)

Menções honrosas
-Em Memória, de Junior Camilo de Souza (PB)
-Histórias do encantarerê, de Rejane Maria dos Guimarães Paschoal (PE)
-Nasci para ser Madonna, de Gisele Werneck (SP)
-Roda Moinho, de Eloí Elisabete Bocheco (SC)

A comissão julgadora, composta por Aldo José Rodrigues de Lima, do Departamento de Letras da UFPE; Wanda Cardoso, mestre em Linguística e representante da Secretaria de Educação do Estado; Heloisa Arcoverde de Morais, gestora da Fundação de Cultura da Cidade do Recife; e os escritores Ronaldo Correia de Brito e Fernando Monteiro, foi unânime em parabenizar a Cepe Editora pela iniciativa, que assume um papel importante ao se apresentar como o único prêmio literário do Estado na atualidade. 

Para a presidente da Cepe, Leda Alves, o concurso estimula o surgimento de escritores e a formação de novos leitores, enquadrando-se na missão da editora, e poderá entrar no calendário anual da entidade.
Após uma seleção entre 435 trabalhos inscritos, a Cepe Editora divulgou o resultado do seu I Concurso Nacional de Literatura Infantil e Juvenil: os pernambucanos Lucas Mariz e Manoel Constantino foram escolhidos para contemplar os primeiros lugares de duas categorias: a Infantil, com O conto do garoto que não é especial, e a Juvenil, com o Anjo de rua, respectivamente. Ambos receberão prêmios de R$ 8 mil.


Um dos vencedores, Lucas Mariz, comenta sobre seu livro, que é uma crítica à imagem de "vencedor", de exclusivo, que muitos enredos infantis gostam de usar para dar a moral da história. "É uma história infantil, só que diferente das outras histórias... Personagens como Harry Potter, Kung Fu Panda e muitos outros passam a impressão de que um dia 'chegará a sua hora', a vez de se mostrar especial, irreverente. Só que em O conto(...) o garoto realmente não é especial, ele é apenas uma pessoa normal vivendo num mundo que, aí sim, é especial, cheio de descobertas", critica o jovem escritor.    

Além da participação pernambucana, São Paulo, Brasília e Santa Catarina foram outros estados que tiveram representatividade na seleção. Para os segundo e terceiro lugares de cada categoria, os prêmios são de R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente. Confira a lista dos selecionados:

Categoria Infantil
1° - O conto do garoto que não é especial, de Lucas Mariz (PE)
2° - O coelho sem cartola, de na Cristina Silva Abreu (SP)
3° - Bia Baobá, de Itamar Morgado da Silva (PE)

Menções honrosas
-O mundo de uma menina de sonhos, de Renata Wirthmann Gonçalves Ferreira (GO)
-A dona Barata (diz que) foi à guerra, de Francisco Hélio de Souza (DF)


Categoria Juvenil
1° - Anjo de rua, de Manoel Constantino (PE)
2° - A cor da palavra, de Urian Agria de Souza (PE)
3° - Chuvisco, de Felipe Arruda de Toledo Pereira (SP)

Menções honrosas
-Em Memória, de Junior Camilo de Souza (PB)
-Histórias do encantarerê, de Rejane Maria dos Guimarães Paschoal (PE)
-Nasci para ser Madonna, de Gisele Werneck (SP)
-Roda Moinho, de Eloí Elisabete Bocheco (SC)

A comissão julgadora, composta por Aldo José Rodrigues de Lima, do Departamento de Letras da UFPE; Wanda Cardoso, mestre em Linguística e representante da Secretaria de Educação do Estado; Heloisa Arcoverde de Morais, gestora da Fundação de Cultura da Cidade do Recife; e os escritores Ronaldo Correia de Brito e Fernando Monteiro, foi unânime em parabenizar a Cepe Editora pela iniciativa, que assume um papel importante ao se apresentar como o único prêmio literário do Estado na atualidade. 

Para a presidente da Cepe, Leda Alves, o concurso estimula o surgimento de escritores e a formação de novos leitores, enquadrando-se na missão da editora, e poderá entrar no calendário anual da entidade.
 
Fonte:
Revista Continente (Editora Cepe)
 
Formação de leitores e pequenos cidadãos

No mês em que se comemora o Dia das Crianças, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) aproveita para lançar livros selecionados no primeiro Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil, realizado em 2010. A iniciativa bem-sucedida, do ano passado, gerou atribuições maiores para a editora que, além de realizar a segunda edição do concurso em 2011, inaugurou um departamento para desenvolver projetos e viabilizar outras publicações nesse segmento. A presidente da instituição, Leda Alves, entende essa novidade como um desdobramento da preocupação cultural que já é característica dos projetos anteriores: “A Cepe tem uma missão social e isso significa um compromisso com os interesses da população de Pernambuco. Quando surgiu a ideia de um concurso infantojuvenil, nós refletimos sobre como as crianças estão aprendendo, desde cedo, a mexer na internet, e pensamos que também era preciso dar para elas o antigo instrumento formativo, que é o livro, a leitura no sentido mais amplo da palavra”.

Visando suprir a lacuna do mercado editorial local, referente à produção para crianças e adolescentes, a Cepe passa a atuar efetivamente na formação de leitores e pequenos cidadãos. Leda Alves acredita que o mais importante nessas publicações é uma conciliação entre valores estéticos e humanos: “Acho que o principal é usar elementos e personagens da nossa vida, do cotidiano e do mundo mágico próprio das crianças, reforçando elementos de solidariedade e combate à discriminação, temas com os quais elas estão convivendo muito depressa. Além de tudo, temos a preocupação com o aspecto literário propriamente, a forma de escrever”, comenta.

Para coordenar o departamento e intermediar ações entre a Cepe e os espaços de educação, a diretoria convidou a escritora e professora universitária Luzilá Gonçalves Ferreira, que atuará como supervisora desse setor. A própria escritora lançará, pelo selo infantil, o livro A cabra sonhadora, com ilustrações de Luciano Pinheiro, junto aos contemplados pelo concurso. Sua narrativa, inspirada numa experiência cotidiana, abriga elementos característicos da cultura pernambucana, sendo esse, também, um critério importante para a editora. “A nossa coleção vai ter um sentido de pernambucanidade, porque esse é um compromisso editorial. No entanto, conciliaremos isso com as temáticas universais”, explica Luzilá.

A escritora chama a atenção à responsabilidade atrelada à criação de textos para serem fruídos na infância, pois entende que, nessa fase, existe mais abertura às diversas linguagens. “Fazer literatura infantil e juvenil não é você escrever qualquer brincadeirinha, envolve uma sensibilidade importante, porque, quando a gente desperta uma pessoa para a beleza, a gente não a segura mais”. Luzilá acrescenta, ainda, que o autor precisa se divertir no processo de criação – sem ser leviano; ele não deve ser autoritário na forma de interagir com as crianças.

PUBLICAÇÕES

Ao todo, nove publicações da Cepe para esse segmento de público serão apresentadas neste mês das crianças: oito participantes do concurso e a já citada A cabra sonhadora, de Luzilá Gonçalves Ferreira. Dentre as obras juvenis, teremos não só Anjo de rua, escrita por Manoel Constantino e ilustrada pelo artista plástico Roberto Ploeg, e A cor da palavra, de Urian Agria de Souza – primeiro e segundo colocados da categoria, respectivamente –, mas também a narrativa que recebeu menção honrosa, intitulada Roda moinho, com texto de Eloí Bocheco e ilustrações de Pedro Zenival.

A coleção infantil é formada pelos livros: O conto do garoto que não é especial, com texto de Lucas Mariz e imagens de Igor Colares; O coelho sem cartola, escrito por Ana Cristina Silva Abreu e ilustrado por Rivaldo Barboza; A dona Barata (diz que foi) à guerra, escrito por Francisco Hélio de Sousa e com imagens de Ana Karina Freitas; Bia
Baobá – A incrível história da menina que mudou de nome
, de Itamar Morgado, e O mundo de uma menina de sonho, de Renata Wirthmann, sendo os dois últimos ilustrados por Márcio Moreira.

Em novembro, o catálogo deverá ser ampliado com a finalização dos livros Em memória, de Júnior Camilo Gomes, Nasci pra ser Madonna, de Gisele Werneck, e Histórias de Encantarerê, de Rejane Paschoal. Em dezembro, ficará pronto o livro Chuvisco, de Felipe Arruda. Os trabalhos submetidos à disputa, neste 2011, estão em processo de avaliação e o resultado ainda não tem data definida para ser divulgado. Apesar da redução no número de inscritos – a primeira edição contou com 435 obras e, este ano, foram 333 –, Luzilá afirma que houve um ganho de qualidade e que o julgamento dos originais está sendo ainda mais difícil.

fonte: Revista Continente (Editora Cepe)
http://www.revistacontinente.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=6681:formacao-de-leitores-e-pequenos-cidadaos&catid=62:capa

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A quem, por acaso, visitar meu blog.

Caro visitante,
No momento meu blog ainda está em fase de construção, assim algumas coisas podem estar fora de ordem ou não fazer sentido. Mas, em breve, quando aprender a manusear melhor a ferramenta (blog) este será um lugar utilizado para troca de informações, novidades e divulgação de meus escritos.
Espero contar com sua paciência.
Grato,
Francisco Hélio de Sousa.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Lançado em Recife/PE, no dia da criança, o livro "A dona Barata (diz que) foi à guerra" obteve menção honrosa no I Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil de 2010, promovido pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), onde foram inscritos 435 obras de todo o paí

Artigos publicados por Francisco Hélio de Sousa

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